terça-feira, 26 de setembro de 2017

Divulgação

Mais um ciclo de promoção se encerrou e, mais uma vez, demorei para fazer uma postagem de agradecimento. Dessa vez tive um bom motivo para isso, pois, finalmente, consegui um trabalho! Temporário, três projetos já encerrados, mas foi um trabalho e é isso que importa nessa vida: dinheiro!

Enfim, venho agradecer as pessoas simpáticas que não só se dispuseram a divulgar o meu trabalho durante o período de promoção e lançamento de O Bem-Aventurado Sr. Político, como também deram suas notas na Amazon e no Skoob. Clique nas imagens para acessar as postagens de divulgação de cada blog/site/booktuber que deu aquela forcinha marota para esse pobre miserável.
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Lembrete: você pode comprar minhas histórias, contos e HQ, pelo link exposto na imagem lateral desse blog: A Alma Perdida: Muito Além do Oeste; Rei e o Monstro Gigante; Leito Hospitalar: Sozinho no branco vazio; Zumbis em uma nave espacial; O Bem-Aventurado Sr. Político; e Dracomics Shonen Vol.1, segmento: O Arquipélago dos Espíritos.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

O Bem-Aventurado Sr. Político + Promoção de E-books Gratuitos

Como bem informado anteriormente, estou lançando um novo conto! A minha mais recente criação é um suspense em primeira pessoa chamado O Bem-Aventurado Sr. Político. Veja a sinopse e a capa logo a seguir:

O Bem-Aventurado Sr. Político é um homem de sorriso fluorescente e cheio de boas intenções. Honesto, correto e íntegro como um bom político deve ser. Suas ações chamam a atenção da grande massa popular por seu positivismo. Porém, um homem desempregado na mesa de um bar resolve tirar satisfação dessas virtudes que não trazem melhoras para o país.

O Bem-Aventurado Sr. Político - Perfil no Skoob e Perfil na Amazon.
E, seguindo a tradição de lançamento das minhas histórias, farei cinco dias de promoção gratuita de todas as minhas obras disponíveis na Amazon! Compre os contos gratuitamente através desse link; promoção válida entre os dias 01/09/2017 e 05/09/2017.


Se você não me conhece, o meu nome é Dulcelino Neto, sou escritor, redator freelancer e aprendiz de colorista. Tenho alguns contos independentes disponíveis na Amazon e sou roteirista publicado pela Editora Draco na coletânea Dracomics Shonen Vol-1; segmento “O Arquipélago dos Espíritos”.

Estou realmente muito satisfeito com O Bem-Aventurado Sr. Político e espero que você também fique ao terminar de ler. Se você gostar, não esqueça de dar sua nota na Amazon, Skoob ou simplesmente me enviar um tweet dizendo o que achou. Caso não tenha gostado, você pode mentir fingindo que gostou para me oferecer uma boa métrica.

sábado, 19 de agosto de 2017

Novas capas e um novo conto!

Em breve, mesmo não concebendo exatamente o quão breve, irei lançar um novo conto! Como sabemos, estamos em uma noite longa cheia de terrores, então acabei demorando para escrever uma nova história. Cheguei a trabalhar em uma paradinha interessante no início do ano, comecei a retrabalhar em outra e tudo isso ficou para trás por questões financeiras que fogem de meu controle racional e emocional.

Depois dessa pequena jornada de inquietude e desespero, ao qual não terminou, onde me encontro ainda sem nenhum emprego ou trabalho, resolvi arriscar e escrever um conto novo. O conto ficou pronto, ficou bom, e agora só me falta revisar e diagramar o e-book. Aproveitando esse meu reencontro com o mercado editorial, resolvi mexer nas capas dos meus contos, atualizando para um formato mais comercial.

Essas são as capas atualizadas dos meus contos:


As capas ainda não foram colocadas na Amazon, pois pretendo atualizar quando lançar o próximo conto – que espero que ocorra nos próximos dias. Quando a nova história for lançada e as capas devidamente atualizadas, volto aqui para informar minha tradicional promoção de lançamento!

Fora isso, se você tiver interesse em contratar meus serviços como redator ou fazer qualquer outro tipo de contato, mande uma mensagem através desse e-mail: nolicedul@yahoo.com.br. Também estou disponível para trabalhar como colorista ou FLATTER, dê uma olhada no meu portfólio: https://www.behance.net/dulcelino

Ademais, para encerrar essa postagem, aproveite e leia os meus dois últimos artigos:


terça-feira, 18 de julho de 2017

Guia básico: colorindo uma página de história em quadrinhos

Quem acompanha minhas andanças nesse mundão digital de meu Deus já notou que estou treinando pintura digital faz um tempinho, especificamente pintura digital de histórias em quadrinhos. Tudo começou quando estava revendo algumas das minhas artes e, posteriormente, resolvi pintar uma ilustração e redescobri esse prazer agradável das cores.

Liberator: Rage Ignition
Minha história pessoal envolve um curso técnico de design gráfico e a destruição dos meus sonhos provocados pela má instrução educacional. Porém, como esse processo é muito chato e meloso, vou dizer apenas que fiz esse curso, aprendi a mexer no photoshop, estou assistindo aos vídeos do K. Michael Russel e finalmente li O Uso das Cores, livro teórico da Cris Peter, uma das principais, se não a melhor, colorista do país.

Para essa postagem eu separei uma página de Liberator, história em quadrinhos escrita pelo Fabian Rangel Jr, ilustrada pelo Jonathan Brandon Sawyer e com cores do Doug Garbark. O quadrinho, publicado pela Black Mask Comics, conta a história de ativistas radicais em defesa dos animais que acabam se tornando vigilantes uniformizados. A atividade desses indivíduos, como o título indica, é de libertar animais de cativeiro e impedir suas objetificações como bens de consumo ou estudo.

Caso tenha ficado interessado, você pode adquirir o primeiro volume dessa história na Amazon: Liberator Volume 1: Rage Ignition.

Antes de mostrar o meu processo de pintura, tenho que alertar que diferentemente do Guia Básico: formatação de roteiro para histórias em quadrinhos, esse guia de cores ainda é bem amador, afinal de contas, ainda considero a minha técnica amadora. Portanto, se você está começando e quer entender o básico do básico, nós poderemos aprender juntos nessa postagem.

No entanto, se você quer desfrutar do conhecimento de um profissional de alto gabarito e com maior competência para lhe ensinar alguma coisa, recomendo os vídeos do K. Michael Russel e o livro O Uso das Cores, da também já mencionada Cris Peter. E, é claro, ainda existem os cursos da Quanta e de outras academias de artes ao qual você pode fazer para aprender sobre cores e afins.

Vamos ao que interessa: em primeira instância peguei essa imagem, a página número três de Liberator, em um grupo do Deviantart chamado Lineart4Colorist. Eu já havia feito algumas páginas e pin-ups anteriormente, mas nesse momento estava interessado em algo mais complexo, então essa arte em específico chamou a minha atenção.

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O primeiro passo para colorir um quadrinho é ter uma imagem em alta resolução, com no mínimo 300 dpi (qualidade de resolução) e com linhas livres de degradê; preto no branco, sem tons de cinza. Por ser uma imagem já modificada pelo sistema do Deviantart, a imagem que escolhi tem justamente esses pontilhados cinzas:

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Se você não tem capacidade de fazer os seus próprios desenhos isso será um problema constante, pois você vai sempre depender daquilo que encontra na internet. E lembre-se: sempre que pegar uma imagem dessa peça autorização para o artista. Nesse caso em específico eu não precisei solicitar, pois o desenho se encontrava em um grupo que existe justamente para isso. Mas em outras situações cheguei a entrar em contanto com os artistas. Inclusive, um deles, o Paolo Rivera, chegou a me enviar sua ilustração em alta definição (em bitmap) para que eu pudesse praticar. Perceba a diferença do acabamento de uma imagem de qualidade, usada oficialmente nos impressos, para essas encontradas na internet:

PS: a imagem pode ter perdido um pouco da qualidade no upload.
O problema desses pontinhos, tons de cinzas e afins, é que eles modificam as suas cores. Isso acontece porque uma das primeiras coisas que você fará para pintar um quadrinho é passar sua imagem finalizada em nanquim (inks/lineart) para Multiplay. No modo multiplay o preto será obsoleto no traçado e o branco não afetará suas cores. Porém, se houver tons de cinza, suas cores, que ficaram nos layers inferiores ao lineart, serão afetadas e mudaram suas tonalidades.

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Para resolver parcialmente esse impasse é recomendado passar sua imagem para tons de cinza (Image>Mode>Grayscale) e depois mexer nos levels (Ctrl+L) do seu lineart. Aumente o pouco o preto, 25 pontos, e diminua um pouco o branco, desse jeito os tons monocromáticos da arte ficaram mais equilibrados afetando menos sua coloração.

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Observação: usei leveis diferentes para deixar os tons de preto mais marcantes do que o mostrado na imagem. Isso não é prático, pois muda muito o traço do desenho; fiz isso apenas para exemplificar o resultado. Em imagens muito pixeladas o resultado final dos leveis não faz muita diferença.

Feito isso, passe sua imagem para CMYK ou RGB. Se sua arte for ser usada apenas na internet, deixe em RGB, mas se o objetivo é fazer algo para imprimir, procure trabalhar com CMYK. Em termos simplórios: CMYK (Cíano, Magenta, Amarelo e Preto) corresponde a tinta física, igual à dos cartuchos da sua impressora; o RGB (Vermelho, Verde e Azul) é a luz, arco-íris no céu ou as imagens no seu monitor. O Uso das Cores da Cris Peter fala sobre isso detalhadamente, mas você também pode pesquisar sobre a Teoria das Cores para melhor compreensão.

Todo esse processo inicial é de preparação para iniciar a coloração da sua imagem. Por hora ainda falta uma etapa: o FLAT. O flat nada mais é do que as cores base da sua arte, mas dentro de um padrão técnico. Aqui o objetivo não é pintar a imagem, mas separar as áreas de cores em camadas para a vindoura pintura. Nessa fase será utilizado os laços de seleção (L), Lasso Tool e Polygonal Lasso Tool; o primeiro serve para fazer linhas livres em movimento e o segundo para linhas retas. Outra ferramenta utilizada nesse processo é o balde de tinta (G – Paint Bucket Tool).

Seleciona a feramente de laço e desative o anti-alias e mantenha o Feather em zero. Faça o mesmo com o balde de tinta: configue a opacidade em 100%, mantenha a tolerância em zero e desative o anti-alias, contíguos e all-Layers. Isso vai evitar que ocorra o degrade na pintura, mantendo as cores chapadas, sem variações de tons:

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Agora que as ferramentas estão configuradas, você vai criar uma nova camada na área inferior ao seu lineart, que deve estar em modo multiplay. Coloque um cadeado na layer de linhas para evitar que você a pinte por acidente.

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O seu objetivo é pintar com uma cor diferente todas as áreas que serão posteriormente coloridas no seu desenho. Se você pretende pintar o Homem-Aranha, selecione toda a área vermelha e pinte de uma cor; depois faça o mesmo com o azul e assim sucessivamente. No nosso caso, uma página de quadrinhos, a primeira coisa a ser feita é pintar a nossa nova camada com uma cor aleatória, de preferência um tom claro. Depois disso selecione os quadros e pinte de uma cor diferente por ambiente. O objetivo do processo é ser decrescente, das áreas maiores para as menores.

(Selecione o corpo, depois as áreas individuais).
Todas as áreas devem ser pintadas com cores diferentes, exceto quando um objeto ou ambiente se repete. Exemplo: sua arte tem três quadros e o personagem de cabelo verde aparece nos dois primeiros. As cores usadas na personagem devem ser repetidas nesses dois quadros para formar um padrão. Para fazer a página eu usei tons variados de magenta, cíano e amarelo, mas é melhor usar sempre tonalidades diferentes para você perceber se faltou selecionar um ou outro ponto. Esse não é um processo de pintura, por isso você não deve ficar preocupado em escolher as cores certas para o seu desenho.

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Depois de selecionar tudo que será colorido, tudo mesmo, o seu arquivo estará pronto para ser trabalhado. Sim, até agora estamos apenas preparando o arquivo para colorir. Esse processo, os Flats, são técnicos, não artísticos. Muitos coloristas contratam assistentes para fazer esse trabalho por eles. Isso é uma experiência ao qual eu gostaria de passar, mas isso não vem ao caso.

Escolhendo as cores base


Para escolher as cores base para pintar uma página de quadrinhos será necessário saber ler o desenho. O processo criativo de uma HQ consiste em contar uma história, desse modo o roteiro vai impor um ritmo, o desenhista vai transpassar esse ritmo na narrativa e o colorista vai aperfeiçoar essas características. Como já ouvi mais de uma vez: as cores são a trilha sonora dos quadrinhos. Uma pintura pode melhorar ou piorar uma narrativa, portanto, é importante prestar atenção no enredo.

Antes de escolher as cores lembre-se de copiar sua camada de flats, colocar um cadeado no flat e renomear sua nova camada para “cores”. Sua pintura será feita em uma layer única para deixar seu arquivo do photoshop mais leve. Sempre que precisar selecionar uma área em específico use a varinha mágica no flat (W – Quick Selection Tool).

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Se você está trabalhando com um personagem já existente, super-heróis e afins, sua escolha de cores será mais simplória, pois será preciso apenas seguir o padrão do design original do personagem. No entanto, não use o conta-gotas (I – Eyedopper Tool) para conseguir suas cores. Procure fabricar suas cores, misture até chegar na tonalidade correspondente aos personagens.

Nessa página de Liberator nós vemos uma menina influenciada pelo punk-rock. Pela sinopse nós sabemos que ela se tornará uma ativista radical em defesa dos animais, e pela página, com ela olhando admirada para a vocalista da banda somado ao fato do seu quarto estar cheio de pôsteres de rock, nós percebemos que a música influencia sua rebeldia. Ou seja: os pontos de destaque da página são a vocalista no primeiro painel; a vocalista no segundo painel; a protagonista no terceiro painel; e a protagonista no quarto painel.

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Agora, para escolher as cores nós podemos fazer uso da Teoria das Cores ou procurar por referências. Vá no google imagens e digite “casa de show”. Pronto, você tem uma porrada de referências de cores predominantes em uma casa de show. Esse tipo de ambiente mistura cores vibrantes com sombras intensas, porém resolvi fazer um pouco diferente do usual. Por ser uma banda de rock que influência a rebeldia da jovem, resolvi deixar a plateia bem iluminada para mostrar o ambiente caótico. Uma boa baderna punk.

Entretanto, a iluminação do público é mais escura e dessaturada em relação aos membros da banda, desse modo os olhos do leitor serão primariamente guiados para a banda. Nesse mesmo aspecto a vocalista, mesmo com uma camiseta preta, tem as cores mais claras e saturadas (vibrantes), fazendo com que ela seja o destaque primário da cena. O Doug Garbark, o colorista oficial da série, foi mais radical nesse sentido e fez uma casa de show bem escura, evidenciando ainda mais a banda em relação ao público. Suas escolhas são mais funcionais do que as minhas, obviamente.

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Eu comecei pintando o quadrinho pelo último painel. Eu não sabia quais seriam as cores emitidas pelas lâmpadas do palco, então eu não tinha consciência de como as cores da protagonista, cabelo e pele, seriam afetadas no terceiro painel. Assim resolvi pintar ela no quarto, fazendo dessas tonalidades as cores base da personagem em um ambiente com iluminação comum.

O quarto painel foi pintado com tons claros de fundo, parede e teto, sem muitos detalhes e dessaturados. A garota e o pôster do Bad Religion são os meus destaques de página, por isso as tonalidades quentes e saturadas. Essa composição forma um círculo entre personagem e pôster, mostrando que a música é importante na sua vida. No roteiro ela diz “...punk rock saved my life”, o que caracteriza ainda mais esse detalhe da história. Nessa situação o meu trabalho era passar essa mesma sensação através das cores, por isso o painel tem esse círculo de tons quentes derivados do magenta, com a menina e o pôster em destaque.

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Depois de escolher as cores, priorizando em tons mais claros e vibrantes para os pontos de destaque das cenas, iniciei o processo de sombreamento. As minhas sombras são baseadas na dessaturação e tonalidade mais fortes da minha cor base. Se tenho um laranja avermelhado de mistura com magenta e amarelo, eu aumento um pouco a porcentagem dessas duas cores e adiciono um pouco de ciano para dar o efeito de sombra. Eu faço justamente o oposto para conseguir o tom de luz, mas essa não é a única maneira possível de se conseguir isso.


Outro método interessante é mexer na saturação da cor já colocada no desenho. Selecione o ponto desejado da sua cor e aperte Ctrl+U para abrir a janela de Hue/Saturation. Altere a iluminação (lightness), para mais claro ou escuro, segundo os seus desejos. Para fazer o desenho da sombra é importante ter um pouco de noção de perspectiva e anatomia. São as sombras que dão volume de massa para o desenho. Uma dica é seguir o nanquim, que é justamente a primeira fonte de sombra da arte.

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Procure identificar ou estabelecer sua fonte de luz para poder seguir sombreando. Os efeitos de luzes seguiram o mesmo princípio. Eu trabalho sempre com três cores: base, base escura e base clara. É sempre possível utilizar mais cores, mas como sou iniciante, o ideal é trabalhar aos poucos.

Levando em consideração que as sombras e as luzes seguem objeto e ambiente, eu resolvi trabalhar com dois tons nos três primeiros painéis, todos pertencentes ao ambiente da casa de show. Por ser uma área de sombras e luz intensa, ou é escuro ou é claro, a duas tonalidades ajudam a passar o clima da situação de forma mais eficiente. Na arte oficial isso é perceptível com mais clareza, pois o volume foi definido pelas luzes, justamente o oposto do meu trabalho.

Eu particularmente, como mencionei, trabalho com detalhes chapados nas áreas de destaque e um degrade simples no fundo. Isso me ajuda a definir melhor a composição das cenas. A minha página ficou assim depois de acertar todos esses pontos:

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O resultado final, com adição de efeitos especiais, é esse:

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Por fim, para saber se os valores (luz e sombra) da sua imagem estão agradáveis e funcionais, dando o destaque correto para a situação apresentada no desenho, crie uma camada limpa e pinte de preto. Passe essa camada para o topo da área das layers e mude o seu modo para “color”.

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Com sua imagem em preto e branco você terá maior liberdade para analisar se os tons, claro e escuro, estão funcionando como deveria. Se for preciso, use o Hue/Saturation para definir melhor a intensidade de luz e sombra das cores da página.

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Esse é o meu processo para pintar uma página de quadrinhos. Espero que o meu Guia básico: colorindo uma página de história em quadrinhos tenha servido para alguma coisa. Ainda estou apreendendo e certamente não tenho as capacitações necessárias para ensinar outras pessoas, mas estava com vontade de escrever e assim o fiz.

Antes de mais nada, essas são as cores oficias do quadrinho:

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 Para ver o meu portfólio acesse esse link ou clique nos links de redes sociais na barra lateral do blog. Se não percebeu ainda, o meu nome é Dulcelino Neto e também sou escritor. Os meus contos estão à venda na Amazon e você também pode adquirir uma história em quadrinhos de minha autoria, publicada pela Editora Draco na antologia Dracomics Shonen Vol. 1, nessas lojas.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Divulgação e onde comprar Dracomics Shonen Vol.1

Olá, leitores! Tenho feito poucas postagens no blog porque me concentrei recentemente na minha conta no medium e no desespero do meu desemprego. Nos últimos tempos publiquei o artigo A Vigilante do Amanhã: Ghost InThe Shell — Uma análise sociológica e cinematográfica e a matéria analítica do mercado literário nacional: Por que o brasileiro não lê e um pouco mais além disso. E no caso do desemprego, se quiser me contratar, sou redator e faço capas de e-books. Entre em contato!

Como vocês já sabem, eu sempre faço o favor de divulgar as pessoas que divulgaram o meu trabalho. Porém, geralmente espero um pouco para acumular e acabo atrasando minhas postagens. Nos últimos tempos apenas um blog, o Caverna Literária, divulgou os meus contos. Para não ficar esperando mais tempo até outro blog ou canal no youtube o fazer, resolvi cumpri com as mais obrigações aqui ao mesmo tempo em que faço meu jabá da Dracomics Shonen Vol. 1.
Clique para acessar a postagem de divulgação.
Você não sabe o que é a Dracomics Shonen? Então saiba que essa é antologia de histórias em quadrinhos da Editora Draco no estilo de mangá. Ao todo são oito histórias inéditas que você pode ler e curtir. Você pode ler o quadrinho na Social Comics ou aproveitar as diversas promoções para comprar o volume impresso. A segunda edição, Dracomics Shonen Vol. 2, ao qual eu não faço parte lagrimas, será provavelmente lançada no Anime Friends de 2017 da mesma maneira que a edição anterior foi lançada no ano passado.

Se você não quiser esperar até o dia do evento para comprar o quadrinho ou não tem uma conta na Social Comics, aproveite para comprar sua Dracomics Shonen (valores registrados no dia 05/06/2017) nos seguintes links:

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domingo, 30 de abril de 2017

TOP 10/10: Aberturas e Encerramentos de Animes Favoritos!

Diretamente influenciado pela lista do Leonardo Kitsune no Video Quest, resolvi fazer a minha própria lista de aberturas e encerramentos favoritos. Um ponto importante é que preferi não listar o óbvio, mencionar Pegasus Fantasy, Laços de Flor e demais músicas adaptadas para o Brasil.

São 10 aberturas e 10 encerramentos! Isso é um TOPZERA DE ANIMES! Desculpa!

Veja minha lista a seguir com breves comentários:

Ataque dos Titãs – Shingeki no Kyojin

Ataque dos Titãs é um dos últimos gigantes recentes, sem trocadilhos. A abertura passa exatamente o tom de espetáculo e drama que a história está propondo.



Baccano

Descobri Baccano por acaso e fui conquistado imediatamente pela abertura. O estilo não linear de contar a história também é uma característica bem marcante do anime. A abertura é tão marcante que o estilo foi replicado em Durarara, animação baseada em outra obra do autor de Baccano.



Bakemonogatari

Bakemonogatari tem pontos altos e baixos, em um momento a história flui muito bem, mas em outros parece haver uma barreira no roteiro que impede o desenvolvimento da trama. Todo o valor de produção voltado para a estética, focando na criatividade dentro de um orçamento padrão, é refletido na abertura do anime.



Beck

Beck foi animado em um power point. Isso é um fato. Outro fato é que a abertura, encabeçada pelo Beat Crusaders, é muito boa. O inglês não é perfeito, mas até que combina com o fato da história focar em japoneses cantando na língua da terra da rainha.



Cowboy Bebop

Eu não queria colocar Cowboy Bebop nessa lista, mas não tem como não colocar Cowboy Bebop nesse tipo de lista.



Death Parede

Death Parede possui uma das melhores aberturas do mundo dos animes pelo simples fato de ter apresentado o Bradio para o mundo.



Elfen Lied

Elfen Lied foi o primeiro anime sanguinolento dos anos dois mil focado em uma trama jovem liderada por uma protagonista bipolar de cabelo rosa. Além de criar praticamente um novo subgênero nas animações, Elfen Lied também conta com uma abertura única e tocante.



Ergo Proxy

Ergo Proxy tem uma belíssima abertura que consegue passar toda melancolia e solidão da sua trama com apenas uma música.



Lupin

Nunca assisti nada de Lupin, mas sou apaixonado por essa abertura.



Paranoid Agent

Idealizado pelo mestre Satoshi Kon, Paranoid Agent tem uma abertura bizarra que fala muito sobre a proposta esquisita e sociopata do anime.



Agora, TOP 10 de encerramentos!


Aku no Hana

Feito em rotoscopia, o anime tem uma história perturbadora e seu encerramento reflete isso, deixando o telespectador igualmente desconfortável (não encontrei o vídeo de encerramento).



Beck

O encerramento está aqui pelos mesmos motivos que a abertura, mas também acrescento o fato da animação fazer referências a diversos roqueiros famosos.



Bleach

Life is Like a Boat, da Rie Fu, é uma música linda! E, não se contentando em ser linda, ainda serviu para dar uma zoada no Jovem Nerd! Também não encontrei o vídeo.



Hellsing

Hellsing foi um dos primeiros animes que vi usar uma música de uma banda ou cantor japonês em seu encerramento. Outras obras fizeram isso antes dele, mas o que vi primeiro foi esse. Shine, do Mr. Big, é uma música clássica do estilo de rock melódico dos anos oitenta e noventa.



Lucky Star

Lucky Star é uma história e animação experimental e seu encerramento não poderia ser diferente. Ao invés de simplesmente tocar uma música, na primeira parte da história as protagonistas vão ao karaokê cantar uma música diferente por episódio. Na segunda fase é mostrado um vídeo da equipe de produção, especificamente um dos dubladores, fazendo algo diferente por encerramento. Um dos encerramentos mais marcantes é o da Konata, protagonista da história, cantando uma das aberturas de Dragon Ball durante o karaokê.



Monster

Uma música que define solidão e o definhamento de um ser humano em melodia.



Neon Genesis Evangelion

Evangelion é um clássico para todos dominar. Seu encerramento, Fly me to the moon, do Frank Sinatra, é apresentada com uma versão diferente a cada episódio.



Paradise Kiss

Nunca assisti Paradise Kiss, sequer tinha interesse, mas descobri a poucos dias por causa da “Karol do Gyabbo” que o anime toca Franz Ferdinand no fim dos seus episódios e isso o fez virar automaticamente um dos meus encerramentos favoritos.



Sakamichi no Apollon

O encerramento de Sakamichi no Apollon é uma das coisas mais tristes do mundo! Em alguns episódios a música chega a bater bem fundo.



Tonari no Seki-Kun

Tonari no Seki-Kun é um anime curtinho cheio de carisma. Seu encerramento não poderia ser diferente, por isso é muito marcante.

terça-feira, 28 de março de 2017

9 filmes de monstros que você precisa ver!

Confesso que sempre tive medo de filmes de terror! Isso é algo que me persegue ao longo da minha vida, mas de vez em quando me pego querendo ver e, eventualmente, assistindo diversos filmes de monstros e de terror. Me descobri um fã do gênero, mas ainda disponho de diversos receei-os na hora de encarar um ou outro filme.

Essa não é uma lista definitiva, mas sim um compilado bacana sobre alguns dos filmes de monstros ao qual eu considero mais marcantes na minha vidinha medíocre. A lista começou com sete filmes, passou para oito e agora está em nove. Não pretendo alterar mais, portanto, veja a seguir a minha listinha com 9 filmes de monstros que você precisa ver:

Alien – O Oitavo Passageiro

Alien - O Oitavo Passageiro representa um medo primordial, não apenas no contexto claustrofóbico do terror provindo das sombras, mas também por relembrar uma das criaturas mais apavorantes da minha infância. Assisti ao filme na época de Prometheus, não me arrependo de nada, exceto pelo ingresso gasto com o prequel. O longa do pinto alienígena gosmento é um dos melhores filmes de terror que já vi, e também um dos que mais recomendo para as pessoas. 

Frankenstein

Todo mundo conhece a história do Monstro de Frankenstein, mas a maioria acredita que o nome do cientista é o nome da criatura, quando na verdade o ser putrefato renascido das correntes elétricas de raios não tenha sequer um apelidinho maroto. O filme original, além de dar vida a obra máxima de Mary Shelley, foi um marco para o cinema de terror e até hoje é muito interessante de se ver. 

Gojira (Godzilla)

O nosso querido Gojira, ou Godzilla, é de longe um dos filmes mais importantes da história do Japão e do mundo. O filme original tem uma densidade única que nenhuma continuação ou remake conseguiu transpor com o passar dos anos. O clima político, de terror e horror do pós-guerra intrínseco na obra, torna a história única, a deixando muito à frente do seu tempo. Além disso, Gojira tem uma trilha sonoro espetacular! 

Jurassic Park

Jurassic Park é mais um medo da minha infância. Confesso só ter assistido ao filme em 2010, mas que depois disso vi e revi algumas vezes. O longa, dirigido por Steven Spielberg, consegue unir ficção científica, fantasia, aventura e terror em um dos melhores filmes que você verá na sua vida. Também gosto das sequencias, principalmente do Jurassic World (Desculpa!); porém, não existe nada que supere essa obra prima do cinema. 

O Enigma de Outro Mundo

A primeira vez que tive um vislumbre de O Enigma de Outro Mundo foi em um dia de viagem, quando foi necessário acordar bem cedo para sair de casa. Na TV, no fim da madrugada, estava passando o filme do John Carpenter. Vi uma cena horrendo, sem medo dessa vez, mas só fui realmente assistir muito tempo depois. Adorei a ambientação da história, a criatura inexplicável e as aberrações parasitas nascidas das entranhas humanas (Alô Parasyte!). 

O Hospedeiro

Sou grande fã do cinema coreano e O Hospedeiro não poderia ficar de fora dessa lista! O filme tem as principais características do filme da melhor coreia: mistura de gêneros e crítica política. Esses dois pontos são cruciais para a história, que fala muito sobre o comportamento norte-americano em relação ao mundo e a relação do sul-coreano em meio a uma situação de terror é caos público. 

O Monstro da Lagoa Negra

Mais um clássico que jamais deve ser esquecido pela humanidade! O Monstro da Lagoa Negra me surpreendeu de diversas maneiras distintas. Além do fato da história se passar no Brasil, é possível encontrar no filme diversas características de filmes de terror que até hoje são utilizadas pelo cinema mundial. O design da criatura também é fantástico e atemporal. 

Ringu (The Ring)

Ringu é um thriller sobrenatural com toques de terror. O filme não foi planejado para deixar você com medo, mas sim para o deixar tenso e aflito com a situação disposta na trama do longa japonês do finalzinho da década de noventa. Acho que é justamente isso que o cinema mundial precisa: dramas aparentemente comuns com um toque especial de fantasia bem conduzido em uma trama intrigante.

Um Lobisomem Americano em Londres

Um filme de terror e comédia. Um filme de terror e comédia que inspirou o Michael Jackson a criar o clipe de Thriller. O filme que fez o Oscar criar uma categoria de efeitos especiais só para ele ser premiado. E como se tudo isso ainda não fosse o suficiente, Um Lobisomem Americano em Londres é o filme definitivo sobre licantropia.